Música

Abril 26, 2008

Eu ando muito contente porque a minha professora de música já me deu um instrumento para treinar em casa.

Os meus vizinhos é que parece não andarem muito satisfeitos com o barulho que eu faço a ensaiar algumas notas na trompete. No outro dia até bateram à porta porque um dos vizinhos tinha uma bébé a dormir. Agora entendo quanto é difícil ser artista…

O meu avô (espero que seja a brincar) vai-me dizendo que se eu sair a ele na queda para a música, ainda acabo mas é a tocar o sino da igreja aonde vou tendo aulas de catequese.


Férias da Páscoa

Março 29, 2008

Numa das idas a casa da minha avó materna pensámos, eu e ela, ir passear até ao Parque da Cerca.

A minha avó sugeriu que levássemos milho para os patos comerem.

Como em casa da minha avó não havia milho, fomos comprá-lo à loja dos cereais que fica aqui perto, onde tive oportunidade de conhecer outros cereais como o trigo, arroz, centeio e algumas leguminosas como o feijão, ervilhas, favas, etc.

Lá fomos então ao Parque dar milho aos patos. Quando chegámos lá os patos vieram todos uns atrás dos outros, muito contentes.

Ao resolvermos voltar para casa vi, dois dos patos, a lutar por causa de uma pata.

Parece que os três estavam a querer fazer ovos chocos, como disse uma senhora que estava ao nosso lado.


Natação

Março 22, 2008

No dia 15 de Março de 2008 eu fui a uma competição de natação ao Bombarral. Estavam lá meninos e meninas de várias cidades.

Foi uma prova interessante e agradável porque conheci lá outros meninos e no fim ganhei uma medalha.

Quando comecei, em Outubro do ano passado, o meu avô disse-me logo que eu, qualquer dia, ainda ía ganhar uma medalha. Talvez porque pensasse que eu andava na piscina contrariado… era para eu me animar.

Ele, o meu avô, ainda ficou mais contente que o meu irmão João, que já pensa também ir aprender a nadar.

Notas: -A fotografia é da medalha que ganhei.

-Fiz os 25 metros livres em 29,72 segundos. Não foi lá muito bom mas para quem começou há pouco tempo é fantástico, disse-me o meu avô.


Páscoa

Março 17, 2008

                                                                            pÁSCOA

Eu e o meu avô desejamo-vos uma Páscoa muito FELIZ. E se fosse possível, mas infelizmente não é, MUITO MAIS FELIZ ainda para TODOS os pobrezinhos. Porque era sinal de que a fome no mundo já tinha acabado, como por milagre!


pediatria

Março 1, 2008

bébé

Clique aqui.

A imagem e o link foi o meu tio T.Jorge que me deu. Passem um bom sábado e Domingo também.


PEDOFILIA

Fevereiro 17, 2008

criança

ACUSE VOCÊ TAMBÉM!

Assine, por favor, a PETIÇÃO que consta deste LINK


Cansaço

Fevereiro 10, 2008

Aqui!..........

Eu estou bem.
O meu avô é que anda um pouco cansado…


O sapinho da pinta azul

Janeiro 31, 2008

sapinho-_-rei.jpgEra uma vez uma corrida de sapos, cujo objectivo era alcançar o alto de uma grande torre.

No local havia muita gente, mesmo muita, para assistir à prova. Para vibrar e torcer por eles.

A meio da corrida a assistência deixou de acreditar na presteza dos sapos para atingir o cimo da torre e, o que mais se ouvia, era:

- “Que pena! - Estes sapos não vão conseguir, não vão conseguir!”

E, realmente, muitos deles começaram a desistir.

A multidão, para os que restavam, continuava a gritar:

- “Que pena! - Vocês não vão conseguir!”

E os sapos, um a um, iam desistindo. Até que ficou só um - o mais pequeno e magrinho, com pinta azul - que continuava a subir, lenta mas seguramente, em busca do topo. Acabando por ganhar a prova.

A curiosidade tomou conta da multidão, pois queriam saber o segredo de como aquele sapinho magrinho, de pinta azul, tinha conseguido subir tão alto.

Então, abeiraram-se dele e perguntaram-lhe:

-Como conseguiste chegar tão alto?

E o sapinho, embaraçado, respondeu-lhes:

-”Desculpem, desculpem, eu sou SURDO!”

Festa da entrega dos prémios:

Nota: -Adaptação de estória encontrada na web.

O sonho

Janeiro 22, 2008

A noite passada sonhei que fiz uma viagem. Andei de barco e avião com o meu irmão.
Foi uma aventura muito louca porque quando acordei até soava.
Gritei pela minha mãe, no sonho, porque fomos atacados por um dinossauro Rex.
Depois o meu irmão puxou da sua espada e furou-lhe uma orelha. O bicho fugiu logo cheiinho de medo.
Nós também estávamos cheios de medo e por isso metemo-nos no nosso barco, a correr.
Fartámo-nos de remar, até que encontrámos um areal muito grande.
Aí perguntámos a uma velhota taralhouca, que estava a tomar banhos de sol, aonde havia um campo de aviação porque queríamos continuar a viagem pelo ar.
A velhota disse que lhe parecia que havia um, mas que tínhamos que atravessar um rio muito largo que ficava mais a norte.
Chegámos aí e, para espanto nosso, encontrámos o mesmo dinossauro a quem o meu irmão tinha furado a orelha.
Desta vez ele veio, muito de mansinho, ao nosso encontro e começou a falar, depois de nos mostrar o brinco que tinha posto na orelha furada:
- Olhem, os meninos foram enganados, o aeroporto mais próximo fica do lado de lá do rio, de onde vieram mas mais para ali. Vocês vão por aqui abaixo e quando encontrarem um grande camelo perguntem-lhe que ele já sabe aonde é.
Estivemos depois com o tal camelo que nos deu logo a informação que precisávamos.
Chegámos ao aeroporto e subimos no avião que estava à nossa espera. Levantámos voo e olhámos cá para baixo por entre as nuvens. Dali víamos uma terra muito pobre que tinha dinossauros e também muitos camelos. Que falavam.
A minha mãe acordou-me nessa altura - a sério - para ir para a escola.
Foi pena porque estava a gostar das aventuras que eu e o Jean vivemos a noite passada no meu sonho. Se tornar a sonhar, prometo voltar aqui para vos contar.
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Nota: O meu avô, como sempre, pergunta-me se eu não me importo que ele meta mais umas “palavrinhas” dele nos meus textos. Ele diz que é indecente, mas assim também mostramos como se faz uma equipa entre avô e neto. Por isso eu deixo sempre. Só que desta vez ele parece que exagerou porque alterou muito o que eu fiz. Mas por favor não lhe digam nada que eu disse.


O avô está a dormir. Não podem entrar!

Janeiro 14, 2008

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Arte com “A” grande

Janeiro 13, 2008

A foto acima é da ante-estreia realizada em 9 deste mês

Pedimos muita desculpa às pessoas que aqui vieram, leram e comentaram o poste que esteve neste lugar com o mesmo título.

A falta de experiência nestas coisas da net levaram-nos a perder definitivamente aquele texto.

O meu avô diz que ainda se lembra mais ou menos do mais importante e então vamos repô-lo com nova roupagem.

Falávamos de um jovem músico português de seu nome Luís Tinoco (filho do conceituado arquitecto, músico e pintor leiriense, José Luís Tinoco, há muito radicado em Lisboa) que, de parceria com Terry Jones, levaram ontem à cena (estreia mundial) a fantasia musical “Evil Machines” concebida por aquele conhecido autor inglês.

“Evil Machines” vai estar em cena de 12 de Janeiro a 3 de Fevereiro, na sala principal do Teatro Muncipal São Luiz em Lisboa, às terças, quartas, sextas e sábados às 21h00 e domingos às 17h30.

Algumas palavras de Terry Jones:

…”(humor como este) «já se escrevia na França do século XVIII» e decidiu escrever livros para crianças quando se apercebeu que as histórias que contava à filha quando ela tinha 5 anos eram «muito violentas».


A mania das grandezas

Janeiro 5, 2008
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Era uma vez um número Zero que, para além de triste, era muito gordinho. Comia muito, estudava pouco e tinha medo de andar sozinho.

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Um dia, ao passar por um número Um, que era um número muito magrinho, perguntou-lhe:
-És capaz de me dizer o que fazes para não engordar?
-Sim senhor, meu velho amigo e vizinho. Eu não como mais do que o necessário.Tudo o que é excessivo faz mal. Sabias?
Respondeu o número Um.
No dia seguinte voltaram a encontrar-se e o Zero voltou a interrogar o Um.
-És capaz de me dizer como fazes para ser um bom aluno?
-Sim senhor, meu velho amigo e vizinho. Ao contrário do que pensas eu gasto o mesmo tempo à mesa que tu. Só que em vez de gastar lá todo o tempo a comer, aproveito também para aí estudar.
Respondeu o número Um, desta vez com um certo ar de superioridade.
No outro dia voltaram a encontrar-se, mais uma vez, por casualidade.
-És capaz de me dizer porque é que não tens medo de andar sozinho e eu tenho? -perguntou o Zero ao Um, com humildade.
-Sim senhor, meu velho amigo e vizinho. Tanto eu como o Dois, o Três, o Quatro, o Cinco, o Seis, o Sete, o Oito e o Nove, sozinhos ou acompanhados, temos sempre algum valor e tu não. Sozinho, ou só com os teus irmãos gémeos ao pé de ti, não vales nada. E é por isso que tu estás sempre a pedir-nos ajuda, com medo de estar sozinho ou mal acompanhado.
Respondeu o número Um, desta vez com um ar ainda de maior superioridade e menosprezo.
O Zero, que andava muito triste até aí, começou a meditar nas respostas que lhe deu o número Um e tomou uma decisão: “Vou arranjar a maneira de, sozinho, ser um número menos gordo, estudioso e deixar de ter medo de andar sozinho”.
Um dia, alguns meses depois do último encontro, o Zero e o Um voltaram a encontrar-se.
O Um, muito surpreendido e com alguns ciúmes, perguntou ao Zero:
- O que te deu para atares de tal modo a barriga que agora passaste a ser um Oito?
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-Sabes? Comecei também a comer menos (graças a uma banda gástrica), a estudar mais e a ter confiança em mim. E isso devo-o a ti. Nos estudos que fiz cheguei à conclusão que, como algumas pessoas, alguns números também podem deixar de ser pouco importantes, se quizerem. E digo-te mais, descobri até que eu sozinho, agora, valho tanto ou mais do que todos os outros números juntos, incluindo-te a ti, por muito grande que seja a fila que façam. Sabes como?
-Não. Respondeu o Um.
-Pois então repara. Retorquiu o Zero.
Boquiaberto e sem saber o que dizer, o Um viu o Zero - que virou Oito - a fazer um valente pino e depois a deitar-se no chão, ao comprido.
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-Como me lês agora, meu amigo magricelas?
Perguntou carinhosamente o Zero que virou Infinito.
Nota: - Este é um conto que o meu avô fez para mim e pediu para o melhorarem, nos comentários, se virem que vale a pena.

Óptimo fim-de-semana e bom Ano-Novo

Dezembro 29, 2007

Já que não encontrei melhor humor em português para desejar bom fim-de-semana decente a todos vós, cá vai o desejo visto por um brasileiro com algumas “calinadas” pelo meio. Quero dizer: logo na segunda palavra e depois na falta dos tracinhos (estrou a brincar)! ;)

O meu avô já me disse que vai entrar em breve o novo acordo ortográfico e que nós teremos de nos sujeitar a ele (só somos dez milhões!), por questões comerciais (foi isso que eu percebi). Não sei se é bom ou mau. Mas vai-me fazer rir escrever como os brasileiros. Lá isso vai :)

Nota: Espero que os meus amigos brasileiros entendam o que eu quero dizer. Tal como eles acham que o português deles é o melhor, também nós achamos que o nosso português é o melhor, e o primeiro ;)

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E BOM ANO-NOVO!

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conto de NATAL

Dezembro 24, 2007
O conto que se segue foi mais ou menos inventado por mim e o meu avô deu-lhe um jeitinho para ficar melhor.
Ele disse-me que o conto podia ser mais bem escrito e que eu fazia bem em pedir ás pessoas que o lêem para o reconstruírem se achassem que valia a pena.
Por isso espero que, em vez de o comentarem, o refaçam no local dos “comments”. Ele também me propôs que a melhor versão de todas que lá aparecesse fosse publicada por altura do Ano-Novo. E eu aceitei. E vocês?!

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O GANSO-DA-ASA-FERIDA

Era uma vez um ganso muito branquinho que, com uma asa ferida, caiu do céu.
Um menino, que vinha a passar, viu-o e dirigiu-se a ele para o consolar.

Foi então que apareceu um senhor bem vestido que lhe disse:

-Olha rapaz, não deves tocar na ave porque ela pode ter uma gripe perigosa!

O menino, pressentindo o sofrimento do ganso, fingiu que se ia embora, mas depois voltou atrás e, com muito cuidado, embrulhou-o e levou-o para uma barraca de madeira que o pai tinha no fundo do quintal.

Era uma barraca para guardar alfaias agrícolas que já não tinha serventia.

Aí o colocou, depois de lhe ter feito um ninho com camisas de milho.

Receando que alguém mais o impedisse de tratar do seu ganso, resolveu não contar nada a ninguém. Nem a seus pais.

Foi na internet que ele encontrou um sítio destinado a ensinar a curar-asas-feridas, para evitar mais sofrimento à ave. E aí também teve o cuidado de saber o que era isso da gripe das aves, de que lhe falou o senhor bem vestido, mas sem motivo porque, se aquela tinha febre era da ferida de que padecia.

Passados uns tempos, depois de ter tratado muito bem do seu novo amigo, o menino resolveu libertá-lo, numa altura em que os pais não estavam em casa.

Foi à barraca das alfaias, pegou no ganso e depois encaminhou-se em direcção à figueira grande que ficava ali pertinho.

Largou-o no chão para ver se ele já podia voar de novo. Porém, o bichinho manteve-se aninhado e calmo.

Como fazia frio e a curiosidade era muita, regressou à barraca para, por entre as tábuas, poder observar como ele iria reagir a partir daí.

Para surpresa sua, passado pouco tempo, viu surgir outros dois gansos que pousaram à beira do seu amigo.

Bateram nos bicos uns dos outros como se estivessem a tocar-se com as palmas das mãos, como fazem os humanos quando alguma coisa correu bem. Ficou maravilhado com o que viu.

Deixou-se ali estar algum tempo a contemplá-los até que, sem querer, adormeceu de cansaço sobre as camisas de milho que cobriam o chão.

Só acordou quando os seus pais chegaram a casa e começaram a gritar pelo seu nome, naturalmente preocupados com sua ausência. Nessa altura olhou para o local onde deixara os gansos mas já eles tinham partido.

Entre decepcionado e feliz, pensou logo que os três haviam reiniciado a sua migração em direcção a África, fugindo do frio, como lhe tinham ensinado na escola.

Antes do jantar disse aos pais como encontrou e tratou do ganso e contou-lhes também este lindo sonho que teve quando adormeceu sobre as camisas de milho:

“Eu sonhei que os três gansos, incluindo o que eu curei, me convidaram a montar nas suas costas, à vez, para me levarem até ao Pólo Norte a caminho da casa do Pai Natal. E foi dali, de casa do Pai Natal, que os três gansinhos agradecidos me trouxeram de volta, com muitas prendas para distribuir pelas crianças pobres da nossa aldeia”.

Contado o sucedido com o ganso, bem como o sonho, os pais riram-se docemente para o filho dizendo-lhe que também eles, na sua ausência, tinham cuidado do “passarinho”. Disseram-lhe igualmente, porque era noite de Natal, que no tempo deles quem distribuia as prendinhas nos sapatos era o Menino Jesus…

bernard - 24 Dezembro 2007

Nota: -O meu avô não resistiu e hoje (27/12) resolveu “melhorar” o texto, visto que parece ter tido pouco sucesso o meu pedido para que outros leitores o tornassem mais capaz :-)


NATAL

Dezembro 24, 2007

DESEJO BOM NATAL PARA TODA A GENTE, MESMO QUE SAIBA NÃO SER POSSÍVEL. INFELIZMENTE.

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