O sonho

A noite passada sonhei que fiz uma viagem. Andei de barco e avião com o meu irmão.
Foi uma aventura muito louca porque quando acordei até soava.
Gritei pela minha mãe, no sonho, porque fomos atacados por um dinossauro Rex.
Depois o meu irmão puxou da sua espada e furou-lhe uma orelha. O bicho fugiu logo cheiinho de medo.
Nós também estávamos cheios de medo e por isso metemo-nos no nosso barco, a correr.
Fartámo-nos de remar, até que encontrámos um areal muito grande.
Aí perguntámos a uma velhota taralhouca, que estava a tomar banhos de sol, aonde havia um campo de aviação porque queríamos continuar a viagem pelo ar.
A velhota disse que lhe parecia que havia um, mas que tínhamos que atravessar um rio muito largo que ficava mais a norte.
Chegámos aí e, para espanto nosso, encontrámos o mesmo dinossauro a quem o meu irmão tinha furado a orelha.
Desta vez ele veio, muito de mansinho, ao nosso encontro e começou a falar, depois de nos mostrar o brinco que tinha posto na orelha furada:
- Olhem, os meninos foram enganados, o aeroporto mais próximo fica do lado de lá do rio, de onde vieram mas mais para ali. Vocês vão por aqui abaixo e quando encontrarem um grande camelo perguntem-lhe que ele já sabe aonde é.
Estivemos depois com o tal camelo que nos deu logo a informação que precisávamos.
Chegámos ao aeroporto e subimos no avião que estava à nossa espera. Levantámos voo e olhámos cá para baixo por entre as nuvens. Dali víamos uma terra muito pobre que tinha dinossauros e também muitos camelos. Que falavam.
A minha mãe acordou-me nessa altura - a sério - para ir para a escola.
Foi pena porque estava a gostar das aventuras que eu e o Jean vivemos a noite passada no meu sonho. Se tornar a sonhar, prometo voltar aqui para vos contar.
Foi uma aventura muito louca porque quando acordei até soava.
Gritei pela minha mãe, no sonho, porque fomos atacados por um dinossauro Rex.
Depois o meu irmão puxou da sua espada e furou-lhe uma orelha. O bicho fugiu logo cheiinho de medo.
Nós também estávamos cheios de medo e por isso metemo-nos no nosso barco, a correr.
Fartámo-nos de remar, até que encontrámos um areal muito grande.
Aí perguntámos a uma velhota taralhouca, que estava a tomar banhos de sol, aonde havia um campo de aviação porque queríamos continuar a viagem pelo ar.
A velhota disse que lhe parecia que havia um, mas que tínhamos que atravessar um rio muito largo que ficava mais a norte.
Chegámos aí e, para espanto nosso, encontrámos o mesmo dinossauro a quem o meu irmão tinha furado a orelha.
Desta vez ele veio, muito de mansinho, ao nosso encontro e começou a falar, depois de nos mostrar o brinco que tinha posto na orelha furada:
- Olhem, os meninos foram enganados, o aeroporto mais próximo fica do lado de lá do rio, de onde vieram mas mais para ali. Vocês vão por aqui abaixo e quando encontrarem um grande camelo perguntem-lhe que ele já sabe aonde é.
Estivemos depois com o tal camelo que nos deu logo a informação que precisávamos.
Chegámos ao aeroporto e subimos no avião que estava à nossa espera. Levantámos voo e olhámos cá para baixo por entre as nuvens. Dali víamos uma terra muito pobre que tinha dinossauros e também muitos camelos. Que falavam.
A minha mãe acordou-me nessa altura - a sério - para ir para a escola.
Foi pena porque estava a gostar das aventuras que eu e o Jean vivemos a noite passada no meu sonho. Se tornar a sonhar, prometo voltar aqui para vos contar.
Nota: O meu avô, como sempre, pergunta-me se eu não me importo que ele meta mais umas “palavrinhas” dele nos meus textos. Ele diz que é indecente, mas assim também mostramos como se faz uma equipa entre avô e neto. Por isso eu deixo sempre. Só que desta vez ele parece que exagerou porque alterou muito o que eu fiz. Mas por favor não lhe digam nada que eu disse.





Janeiro 24, 2008 às 11:31 pm
Hehehehe…O teu avô acordou cheio de sentido de humor!
Imagino a quantidade de camelos que viste lá de cima
Janeiro 24, 2008 às 11:33 pm
Hehehehe…O teu avô acordou cheio de sentido de humor!
Imagino a quantidade de camelos que viste lá de cima
Janeiro 25, 2008 às 2:24 am
Oi meu querido amigo,
Mas linda aventura vives-te tu e teu mano nesse teu sonho, espero que voltes a sonhar pois desejo saber a continuação de tão bela aventura.
Um abraço ao teu avô.
E umas beijocas nesse teu coração e umas também no do teu irmão.
Janeiro 25, 2008 às 5:09 pm
Tens um avô que influencia e bem os teus sonhos!!
Janeiro 26, 2008 às 8:03 pm
eheh prometo que não digo nada!
Beijinho grande…e bons sonhos!
Obrigada pelas tuas palavras no meu cantinho…
Só hoje reparei numa coisa…
“amiga que é avó” eu também visito a avó e não sabia?!? hihi é mesmo?
Beijinhos… aos 3!!!!
Nani
Janeiro 27, 2008 às 4:31 pm
Bonjour Bernard !
J’ai apprécié ton histoire et je me demande si tu ne regardes pas trop les nouvelles du Téléjournal… : aéroport (Alcochete), traversée en bateau (travessia do Tejo), chameaux (é um deserto ), une petite vieille (os lares em Portugal) …etc …etc…
Só faltou JAMAIS (si tu ne comprends pas, demande à ton grand-père pourquoi j’écris cela.
Mais ton histoire m’a fait rire et m’a beaucoup plu !
Bisous tous verts
Janeiro 28, 2008 às 12:10 pm
Hummm … parece-me que sei o nome da paisagem dos teus sonhos, o grande deserto da margem Sul. Com um bocadinho de sorte e tinhas conseguido ver-me lá do alto, mais um camelo :O).
Parece mesmo que o teu avô acrescentou muitos pontos ao teu conto
Um beijinho , ou melhor dois, um para ti e outro para o teu avô
Janeiro 29, 2008 às 9:32 pm
Querido Bernard
______________cheguei!!!
agora é só_____um olÁ
e_________de todo coração__________
agradecer____________a visita na minha ausência
____________voltarei mais tarde
para ler e_____________comentar
beijOs com carinhO
Janeiro 30, 2008 às 10:31 pm
Bons sonhos
Janeiro 31, 2008 às 12:59 am
Malandrice.
Tens que puxar as orelhas ao teu avô porque ainda é cêdo para perceberes destas coisas da política. Ou talvez não. Quem sabe?
Na próxima vez controla-o mais para não te alterar muito os teus textos.
Um abraço para os dois, OK?