o voo dos gansos

Novembro 28, 2007

A ciência descobriu porque é que os gansos voam sempre em bandos. Eles voam em bandos em forma de “V” porque cada ganso, ao bater as asas, sabe que causa um efeito no ar que ajuda o que vai logo atrás dele.

Dizem os cientistas que voando em “V”, todo o grupo aumenta pelo menos em 70% o seu poder de voo, comparado com o que faria outro ganso que voasse sozinho. Cada vez que um ganso sai da formação e sente a maior resistência do ar, mete-se logo no grupo para não perder a protecção do que vai à sua frente.
Quando o mais forte se cansa outro vai tomar-lhe o lugar.
Os gansos que vão atrás produzem um som próprio, fazendo-o muitas vezes, para alegrar os que vão à frente e assim manterem a mesma velocidade.
Quando um ganso adoece ou cai ferido, dois dos seus companheiros saem da formação e seguem-no para o ajudar e proteger, ficando com ele até que esteja de novo em condições de continuar a viagem, esperando por um novo bando.

gansos1.jpg

Esta história foi-me contada pelo meu avô que a leu, já não sei onde, e disse-me que todos os meninos haviam de aprender a ajudarem-se uns aos outros, como os gansos, em vez de serem egoístas (por copiarem os comportamentos de muitos adultos).

E disse-me também outra coisa – avisando-me logo que eu ainda não tinha idade para entender – que foi:
– Se todas as pessoas que estão desempregadas e as que ganham pouco (e até aquelas que ganham muito – se quisessem “voar” no seu “bando”) se comportassem como os gansos, talvez deixasse de haver tantos pobrezinhos.


aulas de música

Novembro 21, 2007

Pois hoje vou falar-vos de música.notas musicais

Não é bem falar só de música. Vou falar de música e das aulas que eu tenho. Porque de música percebo ainda pouco. Isto é, eu percebo quando gosto de algumas músicas, mas quase sempre não têm nada a ver com as músicas dos mais velhos. Eu disse quase sempre porque há músicas dos mais velhos que eu gosto muito. Sabem quais são? Se quiserem saber vão aqui:

http://myspace.com/umpletrueband

http://www.myspace.com/pedroinf

Sabem porque eu gosto muito das músicas deles? É porque são muito meus amigos e eu um dia quero fazer música como eles.

Mas já me ia esquecendo de falar das minhas aulas.

Depois de sair da natação levam-me a correr para a música, mas quase sempre chego atrasado às aulas, por os horários serem a seguir um ao outro. Tenho faltado algumas vezes por isso.

Já aprendi a ler alguns sinais que se usam na música, como por exemplo a clave de Sol, a Semínima e outras e lemos “a música da Primavera” e a “música da Alegria” e aprendi o nome de muitos instrumentos.

Como tenho estado um pouco adoentado (mas não é nada de perigoso) hoje vou escrever menos porque estou um bocado cansado.


Aulas de natação II

Novembro 13, 2007

Então hoje é que eu vou falar melhor das minhas aulas de natação.

No primeiro dia fui metido no primeiro nível, mas logo disseram ao meu pai que eu ia mudar para o nível dois na próxima aula.

criança nadadora

Neste primeiro dia aprendíamos a suspender a respiração o mais tempo possível debaixo da água. E eu era o que me aguentava mais tempo.

Chegou o segundo dia de aulas e fui então para o segundo nível conforme o professor disse. Mas neste nível já era outro professor.

Aprendíamos a nadar “bruços” todos juntos, mas como eu ganhava a todos, este outro professor, passadas duas aulas, disse ao meu pai que eu ia passar para o nível três uma vez que eu nadava mais ou menos e que se via logo que alguém me tinha ensinado muitas coisas. É que o meu pai foi, há muitos anos, nadador salvador e atleta de competição e tinha-me já ensinado algumas coisas em outras piscinas e no mar, quando íamos para férias.

O meu pai disse-me logo que eu iria para um nível bonzinho por causa das aulas que ele me tinha dado, mas era melhor esperar que os professores vissem o que eu sabia porque podia haver técnicas mais modernas e era melhor começar pelo princípio.

Quando, passadas mais duas aulas me meteram no terceiro nível, fiquei todo “inchado” (como diz o meu avô), e parece que o meu pai também!

Agora, no terceiro nível, a coisa é mais difícil porque já se nada de uma ponta à outra da piscina sem parar. Eu, de vez em quando, é que tenho de me agarrar às bóias que dividem a piscina sobretudo quando estou com outro menino ao lado, mas lá vou nadando e a professora até me diz: – Vá, vá campeão!

Contei o que ela me disse ao meu avô e ele disse-me que eu não devia ficar assim tão inchado porque, se não, muita vaidade podia fazer-me muito mal e que eu devia ficar muito contente sim senhor, mas que devia continuar a treinar com muita vontade para um dia, quem sabe, tornar-me talvez num verdadeiro campeão.

Também me disse que se eu não viesse a ser campeão não fazia mal nenhum porque o que interessava é que eu aprendesse tudo direitinho e me sentisse bem a nadar.

Depois dos “bruços”, do “crol” e “costas”, dentro de alguns dias vamos aprender a nadar “mariposa”.

Se houver mais novidades eu depois conto, mas só depois de pedir ao meu avô, o que me ajuda a fazer os postes.


Aulas de natação

Novembro 7, 2007

Como no Inverno faz muito frio e a gente não pode ir á praia, pedi ao meu pai para irmos de vez em quando à piscina, porque lá a água é quentinha.

É que eu gosto muito da água das piscinas, do mar e das outras, mas não podem estar frias, a não ser quando faz muito calor.

O meu pai disse que sim, que íamos juntos e até, se eu quisesse, podia ter aulas de natação, porque foi lá que ele também aprendeu a nadar quando era pequeno.

Eu disse-lhe que queria ter mais aulas de natação e ele foi-me inscrever. Ficou então tudo combinado e até contei à minha mãe.

Eu sempre gostei muito da água. Quando era pequenito os meus pais levavam-me para um ribeiro que fica em S.Pedro de Muel e íamos brincar com as rãs. Algumas eram muito pequeninas. O meu avô do blogue ás vezes também ía com a minha avó e sabia bem como eu ficava contente de chapinhar na água. Talvez por isso ele hoje quis brincar comigo e disse-me:

– Depois de pensares bem, diz-me as coisas que sabes sobre a importância da água.

Depois de pensar eu disse-lhe que a água servia para a gente atravessar os rios a pé (se a água estiver muito gelada, como já o meu pai me contou), para os barcos andarem, as pessoas se lavarem, para a gente beber, para apagar os fogos e também para … (Como não sabia mais calei-me).

– Oh Bernard, tu já sabes muitas coisas sobre a água, mas há uma que não referiste e que me parece ser a mais simples de todas:Então tu não achas que a água também é importante para poderes nadar? – disse-me o meu avô a rir.

– Ah pois é! – disse eu, e ri-me também. Não fosse ele ficar encafifado.

– Um dia destes falaremos sobre os “três estados da água” e do “ciclo da água”, mas se não te importas vamos acabar este poste porque tenho que ir dar a minha volta a pé. Queres que ponha aqui um vídeo sobre a água? – tornou ele a perguntar e eu disse que sim.

Eu depois falo sobre as minhas aulas de natação. Hoje vai ficar assim, que é para o meu avô ficar todo contente.


Pré-catequese infantil

Novembro 2, 2007

rebanho.jpg

Há dias a minha mãe inscreveu-me na catequese.

É giro estar com outras crianças que eu não conhecia e a fazer coisas diferentes das que fazemos na escola.

O meu pai disse-me que não teve catequese. Ele disse que foi lá algumas vezes porque um amigo dele, que se chamava João Paulo, também lá ia aprender o catecismo. Mas depois deixou de ir porque preferia ir brincar a outras coisas.

O meu pai disse-me que o pai dele (e o meu avô confirmou), nunca lhe disse para ele ir para lá, mas como não o obrigaram, ele preferia ir jogar à bola e fazer desenhos.

No primeiro dia deram-me lá coisas para eu estudar: Um caderno e um lápis, mas não me lembro bem se era para a minha mãe pagar. Disseram à minha mãe que depois ia ter o livro do catecismo. A senhora catequista deu também um livro sobre as Missões à minha mãe (A).

Por causa dos textos do livro das Missões, que eu ainda não percebo bem, fiquei com a impressão de que o livro não seria bem para mim.

O meu avô (o que me ajuda a fazer o blogue e que nunca disse ao meu pai para ele ir para a catequese) disse-me que achava bem eu lá andar, uma vez que era de minha vontade.

Vai ser muito giro lá andar porque assim tanto aprendo na catequese, como fora da catequese. É que eu também ando na piscina e na música, mas falo disso noutra altura se o meu avô estiver bem disposto.

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(A) – Pedi ao meu avô para emendar hoje, 6 de Novembro, esta parte do texto onde dizia antes que o livro das Missões me parecia ter sido pago pela minha mãe. Afinal a minha mãe não o pagou. Percebi mal e peço desculpa.