Óptimo fim-de-semana e bom Ano-Novo

Dezembro 29, 2007

Já que não encontrei melhor humor em português para desejar bom fim-de-semana decente a todos vós, cá vai o desejo visto por um brasileiro com algumas “calinadas” pelo meio. Quero dizer: logo na segunda palavra e depois na falta dos tracinhos (estrou a brincar)! 😉

O meu avô já me disse que vai entrar em breve o novo acordo ortográfico e que nós teremos de nos sujeitar a ele (só somos dez milhões!), por questões comerciais (foi isso que eu percebi). Não sei se é bom ou mau. Mas vai-me fazer rir escrever como os brasileiros. Lá isso vai 🙂

Nota: Espero que os meus amigos brasileiros entendam o que eu quero dizer. Tal como eles acham que o português deles é o melhor, também nós achamos que o nosso português é o melhor, e o primeiro 😉

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E BOM ANO-NOVO!

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conto de NATAL

Dezembro 24, 2007
O conto que se segue foi mais ou menos inventado por mim e o meu avô deu-lhe um jeitinho para ficar melhor.
Ele disse-me que o conto podia ser mais bem escrito e que eu fazia bem em pedir ás pessoas que o lêem para o reconstruírem se achassem que valia a pena.
Por isso espero que, em vez de o comentarem, o refaçam no local dos “comments”. Ele também me propôs que a melhor versão de todas que lá aparecesse fosse publicada por altura do Ano-Novo. E eu aceitei. E vocês?!

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O GANSO-DA-ASA-FERIDA

Era uma vez um ganso muito branquinho que, com uma asa ferida, caiu do céu.
Um menino, que vinha a passar, viu-o e dirigiu-se a ele para o consolar.

Foi então que apareceu um senhor bem vestido que lhe disse:

-Olha rapaz, não deves tocar na ave porque ela pode ter uma gripe perigosa!

O menino, pressentindo o sofrimento do ganso, fingiu que se ia embora, mas depois voltou atrás e, com muito cuidado, embrulhou-o e levou-o para uma barraca de madeira que o pai tinha no fundo do quintal.

Era uma barraca para guardar alfaias agrícolas que já não tinha serventia.

Aí o colocou, depois de lhe ter feito um ninho com camisas de milho.

Receando que alguém mais o impedisse de tratar do seu ganso, resolveu não contar nada a ninguém. Nem a seus pais.

Foi na internet que ele encontrou um sítio destinado a ensinar a curar-asas-feridas, para evitar mais sofrimento à ave. E aí também teve o cuidado de saber o que era isso da gripe das aves, de que lhe falou o senhor bem vestido, mas sem motivo porque, se aquela tinha febre era da ferida de que padecia.

Passados uns tempos, depois de ter tratado muito bem do seu novo amigo, o menino resolveu libertá-lo, numa altura em que os pais não estavam em casa.

Foi à barraca das alfaias, pegou no ganso e depois encaminhou-se em direcção à figueira grande que ficava ali pertinho.

Largou-o no chão para ver se ele já podia voar de novo. Porém, o bichinho manteve-se aninhado e calmo.

Como fazia frio e a curiosidade era muita, regressou à barraca para, por entre as tábuas, poder observar como ele iria reagir a partir daí.

Para surpresa sua, passado pouco tempo, viu surgir outros dois gansos que pousaram à beira do seu amigo.

Bateram nos bicos uns dos outros como se estivessem a tocar-se com as palmas das mãos, como fazem os humanos quando alguma coisa correu bem. Ficou maravilhado com o que viu.

Deixou-se ali estar algum tempo a contemplá-los até que, sem querer, adormeceu de cansaço sobre as camisas de milho que cobriam o chão.

Só acordou quando os seus pais chegaram a casa e começaram a gritar pelo seu nome, naturalmente preocupados com sua ausência. Nessa altura olhou para o local onde deixara os gansos mas já eles tinham partido.

Entre decepcionado e feliz, pensou logo que os três haviam reiniciado a sua migração em direcção a África, fugindo do frio, como lhe tinham ensinado na escola.

Antes do jantar disse aos pais como encontrou e tratou do ganso e contou-lhes também este lindo sonho que teve quando adormeceu sobre as camisas de milho:

“Eu sonhei que os três gansos, incluindo o que eu curei, me convidaram a montar nas suas costas, à vez, para me levarem até ao Pólo Norte a caminho da casa do Pai Natal. E foi dali, de casa do Pai Natal, que os três gansinhos agradecidos me trouxeram de volta, com muitas prendas para distribuir pelas crianças pobres da nossa aldeia”.

Contado o sucedido com o ganso, bem como o sonho, os pais riram-se docemente para o filho dizendo-lhe que também eles, na sua ausência, tinham cuidado do “passarinho”. Disseram-lhe igualmente, porque era noite de Natal, que no tempo deles quem distribuia as prendinhas nos sapatos era o Menino Jesus…

bernard – 24 Dezembro 2007

Nota: -O meu avô não resistiu e hoje (27/12) resolveu “melhorar” o texto, visto que parece ter tido pouco sucesso o meu pedido para que outros leitores o tornassem mais capaz 🙂


NATAL

Dezembro 24, 2007

DESEJO BOM NATAL PARA TODA A GENTE, MESMO QUE SAIBA NÃO SER POSSÍVEL. INFELIZMENTE.

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instrumentos musicais

Dezembro 17, 2007

O meu avô viu e ouviu na televisão uma coisa muito gira sobre música. Por isso chamou-me hoje à internet e mostrou-me imagens de instrumentos que ele viu e que mais parecem esculturas sendo destinadas à educação musical de crianças.

 

Esses instrumentos foram desenhados pelos irmãos Baschet, como li na net. O seu fabrico pode ser feito de diversos materiais e de forma a que produzam determinados sons conforme o seu aspecto e material usado.
Parece divertido: Por exemplo, um instrumento feito em tubos de vidro produz sons se passarmos, apertando, os nossos dedos molhados neles sentindo depois as vibrações passar pela nossa pele, transmitindo-se por todo o corpo.
Vou falar à minha professora de música, pode ser que ela queira experimentar estes instrumentos, que parece já serem usados há muitos anos nos países onde a cultura não é de brincadeira.


A raposa e as uvas

Dezembro 11, 2007

Uma raposa, morta de fome, viu alguns cachos de uvas negras e maduras, penduradas nas grades de uma viçosa videira.

Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para alcançá-las, mas acabou cansando-se em vão, pois nada conseguiu.

Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando-se a si mesma, meio desapontada disse:

– Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão verdes, e não maduras como eu imaginei a princípio.

Autor: Esopo

Moral da História:
Para uma pessoa vaidosa é difícil reconhecer as próprias limitações, abrindo assim caminho para as desventuras.


Declaração Universal dos Direiros do Homem

Dezembro 9, 2007

Recebi um desafio da minha amiga “Je vois la vie en vert” e vou aceita-lo com toda a minha força de criança :

Vamos colocar no nossos blogs um post sobre os direitos humanos e os respectivos selos que se encontram no http://fenixadeternum.blogspot.com/.
Vamos fazer uma cadeia bloguistica a favor dos Direitos do Homem até ao dia 10 deste mês, dia em que se comemora a Carta de Declaração dos Direitos do Homem.

                                                   

Artigo 18º dos Direitos do Homem:

Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos

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Organisons une chaîne bloguiste en faveur des Droits de L’homme jusqu’au 10 décembre, date à laquelle on fête la Lettre de Déclaration des Droits de l’Homme.

Article 18me. des Droits de L’homme:

Toute personne a droit à la liberté de pensée, de conscience et de religion ; ce droit implique la liberté de changer de religion ou de conviction ainsi que la liberté de manifester sa religion ou sa conviction seule ou en commun, tant en public qu’en privé, par l’enseignement, les pratiques, le culte et l’accomplissement des rites.


tète à claques

Dezembro 8, 2007

 

Não percebo quase nada do que eles dizem, mas os bonecos são giros, não acham? Gostaria que falassem do Natal que está a chegar, mas pelo jeito não. Mesmo assim não faz mal. Espero que os meus amigos também gostem. Um abraço e passem bem. Foi para isso que obriguei o meu avô a procurar o URL (como ele diz) na internet.

[Après quelques secondes d’adaptation a l’accent canadien on comprend tout très vite, si on parle un peut de français, m’a dit mon grand-père, mais j’y comprend prèsque rien.]