Natação

Março 22, 2008

No dia 15 de Março de 2008 eu fui a uma competição de natação ao Bombarral. Estavam lá meninos e meninas de várias cidades.

Foi uma prova interessante e agradável porque conheci lá outros meninos e no fim ganhei uma medalha.

Quando comecei, em Outubro do ano passado, o meu avô disse-me logo que eu, qualquer dia, ainda ía ganhar uma medalha. Talvez porque pensasse que eu andava na piscina contrariado… era para eu me animar.

Ele, o meu avô, ainda ficou mais contente que o meu irmão João, que já pensa também ir aprender a nadar.

Notas: -A fotografia é da medalha que ganhei.

-Fiz os 25 metros livres em 29,72 segundos. Não foi lá muito bom mas para quem começou há pouco tempo é fantástico, disse-me o meu avô.

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Aulas de natação II

Novembro 13, 2007

Então hoje é que eu vou falar melhor das minhas aulas de natação.

No primeiro dia fui metido no primeiro nível, mas logo disseram ao meu pai que eu ia mudar para o nível dois na próxima aula.

criança nadadora

Neste primeiro dia aprendíamos a suspender a respiração o mais tempo possível debaixo da água. E eu era o que me aguentava mais tempo.

Chegou o segundo dia de aulas e fui então para o segundo nível conforme o professor disse. Mas neste nível já era outro professor.

Aprendíamos a nadar “bruços” todos juntos, mas como eu ganhava a todos, este outro professor, passadas duas aulas, disse ao meu pai que eu ia passar para o nível três uma vez que eu nadava mais ou menos e que se via logo que alguém me tinha ensinado muitas coisas. É que o meu pai foi, há muitos anos, nadador salvador e atleta de competição e tinha-me já ensinado algumas coisas em outras piscinas e no mar, quando íamos para férias.

O meu pai disse-me logo que eu iria para um nível bonzinho por causa das aulas que ele me tinha dado, mas era melhor esperar que os professores vissem o que eu sabia porque podia haver técnicas mais modernas e era melhor começar pelo princípio.

Quando, passadas mais duas aulas me meteram no terceiro nível, fiquei todo “inchado” (como diz o meu avô), e parece que o meu pai também!

Agora, no terceiro nível, a coisa é mais difícil porque já se nada de uma ponta à outra da piscina sem parar. Eu, de vez em quando, é que tenho de me agarrar às bóias que dividem a piscina sobretudo quando estou com outro menino ao lado, mas lá vou nadando e a professora até me diz: – Vá, vá campeão!

Contei o que ela me disse ao meu avô e ele disse-me que eu não devia ficar assim tão inchado porque, se não, muita vaidade podia fazer-me muito mal e que eu devia ficar muito contente sim senhor, mas que devia continuar a treinar com muita vontade para um dia, quem sabe, tornar-me talvez num verdadeiro campeão.

Também me disse que se eu não viesse a ser campeão não fazia mal nenhum porque o que interessava é que eu aprendesse tudo direitinho e me sentisse bem a nadar.

Depois dos “bruços”, do “crol” e “costas”, dentro de alguns dias vamos aprender a nadar “mariposa”.

Se houver mais novidades eu depois conto, mas só depois de pedir ao meu avô, o que me ajuda a fazer os postes.